Nossa percepção de mundo e evangelho

O princípio: “Siga-me”

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Pode-se dizer que

Quando a maioria das pessoas lê a palavra cristianismo,

Na realidade está lendo “Instituição Religiosa”, ou seja,

“Instituição Religiosa Velha, Petrificada, Antiquada e Arrogante”.

Imagens saltam a nossa mente:

Tudo, desde as Cruzadas

até a máquina do Vaticano

perpetuamente complexa e poderosa,

até dois milênios de campanário, bancos e órgãos,

até televangelistas sorridentes, carregados de maquiagem,

de olho no nosso dinheiro.

Isso, dizemos, é o “cristianismo”.

Uma instituição religiosa –

E das piores.

O que surpreende

É que, quando a palavra foi inventada,

Referia-se a algo muito mais simples, provocativo e perturbador.

Para realmente compreender o “cristianismo”

Precisamos voltar para o início, começar pelo começo.

Para principiantes, Jesus não era cristão.

Ele nunca falou para ninguém se tornar cristão,

Nunca construiu prédios imponentes,

Nunca elaborou tratados teológicos,

Nunca recolheu nenhuma oferta,

Nunca usou veste religiosas,

Nunca abriu uma firma para descontar imposto de renda…

Ele simplesmente pediu que o seguissem.

É isso. Isso mesmo, por mais simples que pareça.

Ele pediu que o seguissem.

Os dois primeiros eram irmãos: Simão e André.

Sujeitos normais,

Simples pescadores.

Os primeiríssimos cristãos de todos os tempos.

Esses irmãos não pensavam, de jeito nenhum, que estavam “virando cristãos” ou adotando uma religião.

Apareceu um homem de trinta anos (um carpinteiro) “

que simplesmente dizia “siga-me.

E acreditaram nele.

Então, pela fé,

Esses dois irmãos entregaram a vida a eles (literalmente),

Deixaram de lado as redes a que estavam habituados e o seguiram.

Foi assim que nasceu

Um jeito de viver,

Uma realidade que mudaria para sempre o mundo.

Antes de correr atrás de palavras e séculos de teologia, precisamos parar junto ao berço daquilo que chamamos de cristianismo.

Nada mais é que um chamado de Jesus: “Siga-me”

E uma resposta: deixar de lado as redes de sempre

E seguir, pela fé,

Esse judeu de sandália nos pés.

Nada mais que isso.

Dois mil anos de palavras nada podem fazer com a

realidade simples e básica do cristianismo:

Aqueles primeiros passos dados pelos dois irmãos.

A teologia de Simão e André era a mais simples possível:

“Jesus disse ‘siga-me’. E nós seguimos”.

Esse é o único ponto de partida.

A arrogância e o orgulho pala grandeza das catedrais e pelo detalhismo dos vitrais de dois mil anos de Religião Dominante não devem fabricar um cristianismo por demais eloqüente para um início tão simples.

Simão e André,

Trabalhadores braçais, mãos encardidas,

São os patriarcas do cristianismo

(gente que provavelmente nunca perdeu totalmente o cheiro de peixe).

Eles estavam onde esse tal “cristianismo” começa,

E onde deve começar nosso entendimento dele.

Jesus de Pés Sujos

Don Everts

Editora ABU

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Categorised in: Eu Indico, Eu Li por aí...

1 Response »

  1. Nova postagem lá no blog.
    Poema muito legal de Don Everts que nos faz relembar o que é ser cristão e o para que relamente fomos chamados por Cristo:
    Para Simplesmente segui-lo,
    Isso é ser cristão… ser seguidor de Cristo.

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