Nossa percepção de mundo e evangelho

Amor em Ação (Comentário)

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“Porque tive fome, e me destes de comer;

tive sede, e me destes de beber;

era forasteiro, e me hospedastes; estava nu, e me vestistes; enfermo, e me visitastes; preso, e fostes ver-me”

Mateus 25.35-36

Na última publicação do blog postamos uma poesia, um “abrir de coração” de uma mulher sobre como temos agido em relação ao próximo. Sei que o poema foi endereçado a uma Missão (que peço desculpas por não conhecê-la), porém serve de alerta e lição para qualquer um de nós. Ao ler “TIVE FOME”, sinceramente, fiquei aturdido.

Quem tem acompanhado nossos textos tem percebido uma preocupação constante quanto o que temos feito por “gente”. Escrevemos “Cadê o nós”, “Porcos ou Gente”, “Coisa é Coisa. Gente é Gente”. Em todos estes textos me questiona e tento levar a galera a esta reflexão de que temos andado distante dos ensinamentos de Cristo sobre como viver.

Ao longo desses últimos dois anos, minha vida tem se modificado por completo. Sempre amei a Cristo, sempre tive Deus como prioridade em minha vida, tendo minhas escolhas sempre com base em conceitos e valores que aprendi em minha caminhada com Ele.

Porém tenho sido confrontado pela Sua Palavra de forma impactante. Acho que Deus está me sacudindo para viver e falar está verdade.

De que adianta falar que me ama a Deus se o seu semelhante não consegue ver e viver esse amor?

Esse é o desafio de Jesus em Mateus 25. Esse foi o clamor da mulher que escreveu essa carta-poesia “TIVE FOME”.

Não podemos mais ficar só em planejamentos, orações ou ficar questionando os motivos da necessidade e dor dos outros. Não devemos achar que nós, por já conhecermos o e aceitar o sacrifício de Jesus na cruz, temos resposta a todas as perguntas ou que sabemos o motivo de toda dor e sofrimento ou ainda que detemos e o direito de julgar os outros.

Ao invés disso, devemos sair de “nossos refúgios” de culto e oração. Devemos parar com essa imaturidade e insensibilidade de achar que não podemos sair pelo “mundo”. Quando vivemos assim, não sentiremos a dor do outro, não ouviremos seu clamor, não choraremos sua dor, ou seja, não viveremos o evangelho “encarnacional” de Cristo. Somente vivendo assim, em favor do outro, que podemos dizer que amamos a Deus.

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